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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Será que ele é?

Quero externar um pensamento que tive esses dias. Ao assistir FINA ESTAMPA, atentei-me ao personagem Rafael. Percebi que ele é um tanto Borderline, ou estou enganado? Ele não consegue controlar seus impulsos e ama descontroladamente. Gostaria de saber a opinião de vocês.
Abraços

sábado, 29 de outubro de 2011

Envergo Mas Não Quebro

Venho por meio desta comunicar o motivo da minha ausência. Com o fim do semestre se aproximando tenho que dar mais Ênfase aos meus estudos e menos aos Blogs. Contudo, estou aproveitando as brechas para postar uma música extremamente Borderline do meu queridíssimo Lenine. O novo cd Chão é o mais border que já ouvi. Aqui vai uma música que está me massageando à alma. Afinal, eu Envergo Mas Não Quebro!!!   Beijos e até o próximo post.


Envergo Mas Não Quebro - Lenine

Se por acaso pareço
E agora já não padeço
Um mal pedaço na vida

Saiba que minha alegria
Não é normal todavia
Com a dor é dividida

Eu sofro igual todo mundo
Eu apenas não me afundo
Em sofrimento infindo

Eu posso até ir ao fundo
De um poço de dor profundo
Mais volto depois sorrindo

Em tempos de tempestades
Diversas adversidades
Eu me equilibrio e requebro

É que eu sou tal qual a vara
Bamba de bambú taquara
Eu envergo mas não quebro (2x)

Não é só felicidade
Que tem fina realidade
A tristeza também têm

Tudo acaba, se inicia
Temporal e calmaria
Noite e dia vai e vem

Quando é mar a maré
E quando já não dá pé
Não me revolto, me queixo

E tal qual um barco solto
Salto alto mar revolto
Volto firme pro meu eixo

Em noite assim como esta
Eu cantando numa festa
Ergo o meu copo e celebro

Os bons momentos da vida
E nos maus tempos da lida
Eu envergo mas não quebro

Eu envergo mas não quebro
Eu envergo mas não quebro
Eu envergo mas não quebro

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Stresse

Esta semana não está sendo boa pra mim.No domingo, estava sentado à mesa em um shopping com minha irmã. Uma velha veio com uma bandeja e colocou-a no meio de nós e disse "sai que eu quero sentar". Fiquei sem reação. Tive loucamente vontade de quebrar o pescoço dela e para não ser mal-interpretado pelos defensores dos "idosos" deixei o assento pra lá. Hoje uma professora da faculdade humilhou um rapaz do meu grupo de trabalho. Disse que a apresentação dele estava ruim e que faltava "pensar sobre a língua que estávamos estudando", sendo que ela passou um seminário sem explicar-nos o conteúdo. Ela não deu aula e quer que sejamos, no 2º período, doutores em língua portuguesa. Se fosse assim, o Instituto de Letras da UERJ poderia dar lugara outros cursos, já que um aluno do ensino médio sabe tanto quanto um profissional de letras, segundo ela. Se eu fosse macumbeiro teria feito um trabalho dos mais fortes pra elas.

sábado, 1 de outubro de 2011

Agora, nine-teen.


Hoje foi meu aniversário. 19 anos e acho que vivi muitas gerras. Sei que haverão outras. guerras contra eu mesmo, guerras contra o que eu qurero, contra as pessoas e o universo. Nessas épocas a gente lembra da falsidade dos que um dia foram amigos e dos que poderia ainda ser se não tivesse descobrido certas farsas.

Hoje fui ao cinema com os vips. Minha amiga Maira, que nem sabe da existência desse Blog, mas me ouve e chora comigo as minhas crises Borderlines. Fábio sempre inteligente e sagaz. Augusto, outra pérola invendável. Aos respectivos "conjuges". E aos amigos da comunidades Blogger, os quais gostaria que estivessem comigo nesse dia e com quem sonho um dia estar em uma sala conversando e tomando cházinho. Amo muito vocês. Vocês fazem parte da minha luta pela sobrevivência.

Nathan Rodrigues, agora, nine-teen.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quando escolhi ser domador de mim mesmo, decidi deixar para trás as coisas banguelas e amigos-postiços que só fazem espaço na minha bagagem. Falei palavras duras que doeram ao sair de mim e estou tão bem que não consigo imaginar-me vivendo todas aquelas fantasias fúteis outra vez.

Momentos vem, em que penso em pedir perdão pelo que eu sofri e rastejar-me aos pés de quem me usou. Mas penso no amor que dei e nas palavras e nos momentos da vida que nunca voltarão. As lágrimas que chorei tão sofridas e nem sei mesmo seu nome. Esqueci datas de aniversário, fotos, lembranças. Sou outro, outra vez. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Borderline - Nathan Rodrigues

Acho que devo, antes de tudo, me apresentar. Me chamo Nathan Rodrigues da Silveira Murizine Branco. De nome artístico, Nathan Rodrigues. Ou simplesmente, Na, para os íntimos. Tenho 18 anos (quase 19), atualmente resido em Niterói, Rio de Janeiro - cidade onde nasci e amo perdidamente. Faço Letras, Português - Grego (sim, eu falo Grego!) na UERJ. Não tenho "religião", mas sim uma fé em Jesus Cristo e frequento a Igreja Batista do Barreto onde faço parte do teatro, minha outra paixão. Adoro ler romances, assistir filmes e documentários, ouvir mpb e o som da chuva batendo na janela.

Descobri que sou Borderline após sofrer de uma crise. Sempre fui muito fechado e tenho poucos amigos (algumas falsidades também). Eu me apaixonei por uma pessoa muito próxima a mim. Construí um altar e a estátua que coloqueim em cima dele se quebrou. Isso já aconteceu várias vezes. Uma dor no peito, uma angústia me toma e eu não consigo pensar em mais nada. Umas besteiras que se misturam com a vida real e é só. Eu não posso controlar os meus sentimentos. Vivo no limite entre a felicidade e a ilusão.

Depois de procurar pelos meus sintomas na bula de um remédio "tarja preta", encontrei pela primeira vez o nome Borderline. A partir daí foram pesquisas seguidas de respostas e encontrei o Reflexões Borderline - o Blog da Wally (que também escreve aqui). Naquele momento eu descobri que não estou sozinho. Entendi que vou passar o resto da minha vida à procura da felicidade. Hoje não tenho vergonha de dizer: Não dou doente, sou Borderline. Sou ser humano como qualquer outro. E não importa o que digam, pois ninguém entra no meu corpo para sentir o que eu sinto, chorar as minhas lágrimas e muito menos reunir forças para seguir em frente como eu faço diáriamente.

Espero ganhar muitos outros amigos na comunidade Borderline e que possamos compartilhar nossas emoções limítrofes aqui.

Um grande abraço,
Nathan Rodrigues.
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